TrabalharFoto 06 com cabelos exige uma criatividade sem tamanho. São tendências e opiniões que se mantêm lado a lado, ora conflitando, ora se adequando às características individuais de cada cliente. Por isso, o hairstylist John Santilli, participante do Creative Color International 2009, edição São Paulo, fala sobre seus conceitos estéticos e dá dicas de como adequar as diversas personalidades que aparecem no salão aos estilos da coiffuer mundial.

No País muitas são as referências estéticas para as mulheres. Considerar Gisele Bündchen um ícone ou a miss Brasil um exemplo de beleza é bastante comum, porém para o profissional este estereótipo não faz parte de seu cFoto 07otidiano. “A perfeição é algo muito plástico. Não há como definir o que é belo, cada um possui uma percepção. Sou extremamente fascinado pelas mulheres diferentes, imperfeitas”, destaca o hairstylist.

Além disso, John ressalta que ao assumir um look, toda mulher pode ficar belíssima, inclusive quando os cabelos brancos começam a aparecer. “Nos países europeus ter os cabelos grisalhos é estar na moda. Eles são inovadores e mesmo quem não os têm, utiliza técnicas para consegui-los, e assim adquirir um novo visual, algo moderno”, enfatiza.

O que é preciso entender, de acordo com Santilli, que acumulou experiências graças às viagens que fez pelo mundo, é que as pessoas possuem personalidades diferenciadas. No entanto, sempre haverá inúmeras alternativas a serem realizadas nos cabelos, tudo é uma questão de adaptação e liberdade de expressão. “Apesar de várias pessoas estarem propensas a mudanças, isso não significa que não existam maneiras de tornar um visual mais clássico com toques de modernidade”, completa.