Pesquisa mostra os hábitos de proteção solar das brasileiras

 O verão acabou, mas o sol continua sempre presente, inclusive nos dias nublados em que quase não é possível enxergá-lo. Para marcar o fim do verão, SUNDOWN realizou uma pesquisa por meio do IBOPE Inteligência, para entender melhor os hábitos de uso de proteção solar das brasileiras e de seus filhos. Os resultados foram apresentados no dia 21 de março, em um evento promovido pela marca na Casa Maníoca, que contou com a presença da atriz e mãe Flávia Alessandra.

O levantamento online, feito com 1000 mulheres, de 25 a 60 anos de idade e de todas as regiões do Brasil, revelou que o uso do filtro solar ainda é bastante atrelado à realização de atividades em ambientes externos e propensos à exposição, como praia ou piscina: 35% das mulheres alegam aplicar filtro solar em seus filhos quando realizam esses tipos de atividade.

A pesquisa também revelou que a maioria das entrevistadas é consciente dos impactos do sol na pele. “É necessário criar consciência para o fato de que o uso constante de proteção solar no dia a dia é essencial para prevenir doenças e danos a longo prazo, e o hábito deve começar na infância. A exposição solar é acumulativa e, antes mesmo dos 18 anos, é responsável por 50 a 80% dos danos à pele”, afirma a pediatra Dra. Sabrina Battistella. Quanto à exposição solar em ambientes urbanos, “precisamos descontruir o mito de que na cidade, realizando atividades do dia a dia, estamos isentos da necessidade de proteção solar”, completa a pediatra.

Já Patrícia Madeira, diretora de Meteorologia do Climatempo, acredita que “um pensamento comum, que não se revela verdadeiro, é a relação entre níveis de raio UV e temperatura. Estudos meteorológicos comprovam que o índice ultravioleta (IUV) não tem relação direta com a temperatura que medimos e sentimos na superfície da Terra. Outra ideia equivocada é de que o clima da cidade seja mais ‘ameno’, com índices menores de R-UV do que a região litorânea. O acompanhamento técnico das medidas de R-UV em algumas capitais demonstra que, no verão em São Paulo, por exemplo, as medidas de R-UV podem ser até superiores às de regiões litorâneas do Nordeste, como Recife e Fortaleza. Isto se deve à posição geográfica da cidade”.