Técnica de micropigmentação deixa rosto corado

Algumas mulheres são tão vaidosas que a primeira coisa que fazem na hora de acordar é correr para frente do espelho e passar base, máscara para cílios, lápis e batom para tirar aquela cara de sono. Uma novidade no Brasil que vem conquistando as mulheres é a micropigmentação do blush. A técnica pode ser feita em qualquer tipo de pele e não dói.

“A micropigmentação de blush é indicada para as mulheres que não abandonam a maquiagem e gostam de manter as maçãs do rosto pigmentada. A vantagem é que essa técnica deixa a bochecha com uma tonalidade bem natural, disfarçando a palidez e dando um ar bronzeado”, afirma a Vanessa Silveira, mestra em Micropigmentação Fio a Fio 3D e diretora do Instituto Vanessa Silveira.

Segundo ela, a micropigmentação consiste na aplicação de pigmentos na cada subepidérmica da pele por meio de agulhas apropriadas e pelo aparelho chamado dermógrafo. “Para dar o efeito o blush, os pigmentos são escolhidos de acordo com a tonalidade da pele da cliente. É possível usar diversos tons de pigmentos para alcançar um resultado natural”, ressalta.

Para que a micropgimentação do blush seja eficaz, é importante respeitar o formato de rosto. A mulher que possui um rosto redondo deve apostar no blush direcionado para a boca.  “Quem tem rosto fino, oval ou comprimido, a micropigmentação deve ser feita em direção ao nariz para dar uma aparência de um rosto mais largo. E para os rostos quadrados e triangulares a micropigmentação deve ser direcionada para a boca”, sugere Vanessa Silveira.

O resultado pode ser observado após uma semana, quando a face não está mais inchada e as maçãs do rosto estão pigmentadas. “Essa técnica tem duração de dois anos. Para preservar a tonalidade da pele é importante tomar cuidado com o sol para evitar o desbotamento do pigmento”, recomenda a micropigmentadora.

A boa notícia é que é possível refazer a técnica durante esse período de dois anos. “Quem deseja prolongar o efeito da micropigmentação deve usar protetor solar diariamente e não frequentar a praia ou sauna durante o processo de cicatrização”, finaliza a especialista.

Mais informações:

www.vanessasilveira.com.br