Bronzeamento artificial: polêmica entre Anvisa e Justiça gaúcha

Em novembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso e o comércio de câmaras de bronzeamento artificial em todo o Brasil. Dois meses depois, uma liminar da 6ª Vara Federal do Rio Grande do Sul novamente tornou legal as atividades.

Entre os maiores beneficiados com a ação estão os membros da Associação Brasileira de Bronzeamento Artificial. Na realidade, somente os filiados à associação estarão libertados para realizar o procedimento.  A Anvisa, no entanto, já declarou que vai recorrer da decisão da Justiça do Sul do Brasil, a única a adotar a medida.

Encabeçam a lista dos males causados pelas câmaras de bronzeamento o câncer de pele, o envelhecimento precoce e a catarata. O procedimento é condenado por médicos dermatologistas, que afirmam que uma hora de bronzeamento artificial pode ser equivalente a oito horas de exposição ao sol mais forte do dia.

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