“Ficamos contentes em ver, nessa pesquisa, que as mulheres de todo o mundo continuam em busca de mais liberdade e sucesso,” disse Andrea Jung, presidente e CEO da Avon.
“Ficamos contentes em ver, nessa pesquisa, que as mulheres de todo o mundo continuam em busca de mais liberdade e sucesso,” disse Andrea Jung, presidente e CEO da Avon.

Com o objetivo de medir o nível de satisfação de vida das mulheres, oportunidades e poder de atuação em sociedade, a Avon realizou uma pesquisa com 8 mil mulheres em 16 países ao redor do mundo, em janeiro deste ano. A partir da pesquisa, a companhia desenvolveu o Índice Avon da Autonomia da Mulher no Mundo, que mapeia as satisfações em seis dimensões de suas vidas: saúde, educação, trabalho, independência econômica, participação social e família.

O Índice Avon de Autonomia da Mulher no Mundo e a Pesquisa Global da multinacional sobre as Mulheres 2007 ilustram diferenças claras e objetivos comuns referentes ao poder de autonomia relatado em todo o mundo e aponta oportunidades para o seu futuro progresso.

“Ficamos contentes em ver, nessa pesquisa, que as mulheres de todo o mundo continuam em busca de mais liberdade e sucesso,” disse Andrea Jung, presidente e CEO da Avon.

As mulheres dos 16 países relatam que têm maior satisfação nos seguintes aspectos: controle sobre a própria vida (92% muito/bastante satisfeitas), decisões sobre a vida religiosa ou espiritual de alguém (89% muito/bastante satisfeitas), e atenção e capacidade de cuidar da família (88% muito/bastante satisfeitas).

Tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento, a grande maioria das mulheres acredita que seu futuro será brilhante. Mais de seis em cada dez entrevistadas acreditam que uma mulher será chefe de estado em seus países dentro de 10 anos.

Aproximadamente dois terços das entrevistadas nos países em desenvolvimento dizem que, em 10 anos as jovens terão uma vida melhor do que as de hoje. Esse número é quase o dobro em relação às mulheres dos países desenvolvidos.

Quando o assunto é educação, as mulheres de países em desenvolvimento estão muito insatisfeitas. Mesmo sendo um conhecido e importante caminho para se alcançar o sucesso e conquistar maior autonomia, as oportunidades de educação aparecem em último lugar.

Em relação a trabalho e carreira, somente aproximadamente quatro em dez mulheres estão satisfeitas com a oportunidade de conseguir um trabalho remunerado e ter uma carreira da sua escolha. Além disso, a lacuna entre a satisfação das mulheres nas nações desenvolvidas (52%) e em desenvolvimento (33%) evidencia as diferenças: 19 pontos percentuais.

A Pesquisa Global da Avon sobre as Mulheres perguntou às entrevistadas sobre sua satisfação em relação a 34 aspectos das suas vidas e o senso de poder de autonomia. Esses aspectos foram divididos em seis dimensões: (1) tomada de decisão e apoio à família, (2) participação cívica e social, (3) independência financeira, (4) saúde e segurança, (5) oportunidade de educação e (6) oportunidade de trabalho e carreira. Juntos, esses atributos reúnem o conceito de poder de atuação da mulher através da satisfação de suas necessidades básicas, de ter oportunidade e poder realizá-las, e de gozar da igualdade e independência.

No Brasil, os dados do Índice Avon da Autonomia da Mulher no Mundo nas seis dimensões demonstram que a mulher se sente mais atuante nos atributos de participação social e cívica, assim como, tomada de decisão e apoio à família. Estas dimensões também foram reveladas como as de maior satisfação na maioria dos países entrevistados. Para as brasileiras, atributos de independência financeira ficaram em terceiro lugar; seguidos pelas oportunidades de trabalho e carreira. Saúde e segurança e oportunidade de educação foram as dimensões onde elas se sentem menos satisfeitas.

Sobre a Pesquisa - A Pesquisa e o Índice Avon da Autonomia da Mulher no Mundo foram conduzidas pela GfK Roper Public Affairs, que trabalhou com parceiros afiliados nos 16 países contemplados para as entrevistas. Os dados da pesquisa chinesa foram uma cortesia da empresa Horizon Research and Consulting, da China.

Foram usadas amostras representativas da população não-rural de cada país. Em cada país, aproximadamente 500 mulheres com mais de 18 anos de idade foram entrevistadas para o estudo. No Brasil, México, Venezuela, China, Índia, Filipinas, Egito, África do Sul e Turquia, foram usados métodos aleatórios, em casa; nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Itália, Polônia, Rússia e Japão, foram usadas entrevistas por telefone RDD (Discagem de Número Aleatório).