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Transplante folicular coronal é nova técnica de combate à calvície
As técnicas de transplante capilar evoluíram desde quando foram criadas, há cerca de 50 anos. Atualmente, a técnica mais moderna é o transplante folicular coronal, no qual utiliza-se 100% de unidades foliculares (UFs) individuais no procedimento cirúrgico - cada unidade pode ter de 1 a 4 fios. Os avanços no transplante conseguiram oferecer o tipo de resultado há muito esperado: natural, graças às unidades foliculares; denso, pela técnica folicular coronal; e cobrindo grandes áreas, o que resolve a calvícies da maioria dos casos numa única sessão, utilizando as giga sessions de até 5.000 unidades foliculares.
“O transplante folicular coronal respeita as características naturais do cabelo: ângulo, direção dos fios (orelha a orelha horizontalmente), mantém as variações normais de densidade e volume das diferentes regiões da cabeça, permite colocar as UFs em ângulos mais agudos, ou seja, deixa o cabelo mais “deitado” como cabelo natural”, ressalta Dr. Arthur Tykocinski, dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Ele foi presidente do 16º Congresso Mundial de Restauração Capilar de Montreal e realizou, recentemente, apresentações no 17th Annual Scientific Meeting, evento que aconteceu em Amsterdã e reuniu os principais especialistas em transplante capilar do mundo.
Hoje em dia, por exemplo, sabe-se que na linha capilar anterior as unidades foliculares apresentam apenas 1 fio. Assim, o trabalho cuidadoso do transplante, realizado por uma equipe, que reúne 12 pessoas, prima pela arte, pois a técnica já foi superada com o transplante folicular coronal. Assim, permite que cada cirurgião mostre o seu melhor. “A evolução técnica chegou a um ponto em que a arte de cada equipe passa ser o grande diferencial. Não basta mais apenas restaurar os cabelos: harmonia e beleza também devem ser contemplados, atendendo às atuais exigências desses homens tão vaidosos”. Todo o processo do transplante é bastante complexo, onde cada profissional que participa da equipe exerce uma diferente função.
Os orifícios abertos na área a ser transplantada são incrivelmente pequenos, de 0,55 a 0,8 mm de largura. Com eles, é possível aumentar a densidade dos fios, criando um aspecto ao mesmo tempo compacto e volumoso. A cicatrização é mais rápida e as marcas do transplante ficam imperceptíveis. O período pós-transplante, que, antes causava certo constrangimento, ficou reduzido há poucos dias.
Quem já fez um transplante capilar com técnicas antigas (conhecida como tufos) e não obteve um resultado natural, pode corrigi-lo com outra cirurgia. Sempre é possível uma grande melhora no aspecto, mas a abordagem corretiva varia de caso a caso.
No homem, a calvície androgenética é o quadro mais comum associado à perda de cabelos. “Muitas vezes a calvície pode ser agravada pela inflamação do couro cabeludo que ocorre na dermatite seborréia (caspa). Temos também casos de alopecia areata, mas são quedas circunscritas e que podem curar espontaneamente. Assim, quanto mais cedo o paciente procurar um especialista para diagnóstico e tratamento, melhor”, finaliza Dr. Arthur.
COMENTÁRIOS (3)
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sérgio | 23/02/2010Ólá! gostaria de saber questão de valores, no caso de implantes e no caso de uma pessoa não ter muito cabelo na região lateral da cabeça.
Obrigado! -
CarlosAugusto Da Silva | 08/12/2010Estou diria na fse III com entradas ea parte do tope praticamente só existe uma moita, queria saber o orçamento -
Mario César Garcia | 16/12/2010Já fiz 2 transplante na decada de 90, e não estou contente. Possuo algum cabelo na parte superior do cranio. Perguntas :Qual o custo da cirurgia, se há necessidade de mais de 1 cirurgia e periodo de convalescencia.
Grato
