Uma pesquisa da empresa Insider, realizada em Janeiro de 2010, revelou que 52% dos salões de beleza de São Paulo e Rio de Janeiro oferecem o alisamento com formol, sendo o sexto tipo mais ofertado.

Formol: em prol dos cabelos lisos, muitas mulheres e profissionais colocam a saúde em risco

“Os cabeleireiros têm uma responsabilidade muito grande de coibir o uso do formol, por meio da conscientização e da informação para as suas clientes. É com a ajuda deles que conseguiremos fazê-las encontrar outras fórmulas para resolver problemas que ocupam a cabeça de grande parte das mulheres brasileiras”, diz João Carlos Basilio, presidente da ABIHPEC.

Porque não usar formol

O uso desta substância é permitido somente nas concentrações determinadas pela ANVISA. A Lei nº 6.437/77 diz que adicionar substâncias a qualquer produto após sua fabricação é adulteração, constituindo infração sanitária. A Lei 9.677/98 considera essa infração como sendo crime hediondo. Há também a Resolução RDC 36, de 17 de junho de 2009, pela qual a ANVISA proíbe o uso do formol em produtos capilares com o objetivo de alisamento. Mas as piores consequências não são as judiciárias e sim de saúde. Quem usa formol coloca em risco não só a própria vida, mas a dos clientes e a de todos os outros presentes no ambiente.

A utilização do formol como alisante capilar não é permitido pela ANVISA, pois esse desvio de uso pode causar sérios danos ao usuário do produto e ao profissional que o aplica. Para saber mais, acesse o material disponível na página da ANVISA sobre Formol e Alisantes (www.anvisa.gov.br).

A Cadiveu Brasil, regularmente associada à ABIHPEC, se comprometeu a participar do processo de auditoria necessário para maiores benefícios destes incentivos ao comércio internacional, o que mostra seu interesse e disposição em comprovar seu cumprimento às regras da ANVISA, como é padrão para as companhias brasileiras e multinacionais que comercializam seus produtos no Brasil.